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segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Pela China

Este mês continuei a ler, mais devagar pois tenho andado a visitar a China, em breve espero voltar a falar de livros uns dias após chegar a Portugal. Por agora uma amostra desta viagem a começar pelo cruzeiro no rio Li.

Cruzeiro no rio Li

Exército de terracota em Xi'an

Cidade Proibida em Beijing

Yangshuo o final do cruzeiro no rio Li

 Quilin a cidade de partida do cruzeiro no Li

 Paisagem em torno do Li

cidade de Quilin

 Templo em Beijing

Visita à Muralha da China perto de Beijing

Também houve muralha da China, Macau e Hong Kong.... Mas fotos não as passei para este tablet quando puder prometo atualizar está mensagem.
 Centro histórico português em Macau - ruínas de São Paulo

  Centro histórico português em Macau -  rua antiga na área património mundial

  Centro histórico português em Macau - No largo do Senado

 Hong Kong vista de Peak

Centro financeiro de Hong Kong

Hong Kong centro financeiro

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Férias: Pompeia - A cidade luxuosa soterrada pelo Vesúvio


Hoje é o dia que dediquei à visita da cidade de Pompeia que a erupção do Vesúvio no ano de 79 DC soterrou  completamente e está hoje a ser exposta através de escavações arquelógicas que mostram aos visitantes a dimensão, a riqueza e o estilo de vida desta povoação de luxo, onde muitos romanos ricos vinham então passar períodos de repouso tal como hoje o fazem em muitas estâncias de férias.
Desta erupção resultou um texto com uma descrição de grande pormenor feita por um observador atento: o filósofo Plínio o jovem; Plínio o Velho, seu tio, foi então uma das vítimas do Vesúvio, o que permitiu aos geólogos saberem com grande pormenor o evoluir dos acontecimentos  e caracterizar o estilo eruptivo com um nome em honra deste sábio: Atividade Eruptiva do Tipo Pliniano, uma das mais perigosas pelas explosões que tem associadas e projeção de piroclastos quer sob a forma de queda de pedra-pomes ou de cinzas, quer sob a forma de escoadas piroclásticas de grande velocidade dos mesmos materiais capazes de soterrar vastas zonas, em Pompeia muitas das vítimas vaporizaram-se pelo calor, mas deixaram os moldes na cinza vulcânica e são hoje um dos elementos observáveis na estação arqueológica que é Património da Humanidade
Recordo que no Faial a formação da Caldeira resultou de uma erupção do tipo Pliniano que descrevi neste post no tempo em que este blogue dedicava grande parte da sua temática à Geologia.
Para esta cidade em concreto, fica abaixo um filme das suas últimas 24h e dá para perceber não só a erupção que num dia destruiu Pompeia, como compreender o facto de a mesma ter ficado perdida até ao século XVIII, quando ocasionalmente foi redescoberta.



Se não visualizar o vídeo no post, observe no Youtube aqui
Espero ter possibilidade de ainda postar fotografias do que observei no terreno nestas férias em Pompeia.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Férias: Campânia e Nápoles - na rota dos vulcões

Nápoles com o Vesúvio ao fundo - imagem Wikipédia

Estou de férias e novamente a minha opção de viagens recaiu na Itália, desta vez uma visita ao sul de Itália: Nápoles, a cidade à sombra do vulcão Vesúvio, capital de reino durante séculos, com um património histórico rico e famosa pelo seu ar latino, bairros populares de aspeto decadente e baía aberta ao Mediterrâneo.
Todavia, desta vez  a escolha privilegiou o património natural dos vulcões e dos seus perigos: Vesúvio que ameaça Nápoles e sobretudo pretendo visitar Pompeia, a cidade soterrada por uma erupção no ano 79 DC e hoje um local arqueológico de excelência e Património da Humanidade da Unesco; a cidade de Pozzuoli, situada dentro de uma cratera do supervulcão ativo Campi Flegrei e o conjunto de fumarolas de Solfatara pertença deste mesmo complexo vulcânico.
Se as condições o permitirem uma viagem pela costa Amalfitana da província de Salerno, debruçada sobre o mar Tirreno e também património da humanidade.
À medida que tiver tempo e internet disponível, espero atualizar os posts agendados sobre estes locais.

sábado, 20 de junho de 2015

Férias Toscânia: Pisa e a torre inclinada ou a importância da geotecnia

Torre de Pisa, imagem daqui

Este blogue nasceu com a divulgação da geologia como um dos seus temas principais e destinada a dar a conhecer neste campo o Faial e demais Açores, com o tempo este campo tem praticamente desaparecido  por já ter dado o fundamental sobre a ilha onde vivo, mas sou sempre geólogo e juntar curiosidades geológicas com lazer, sobretudo viagens e cultura é um dos meus prazeres e por isso na visita a Pisa não posso desperdiçar esta oportunidade.
A cidade de Pisa, a terra de Galileu Galilei, é conhecida sobretudo pela sua torre inclinada, onde o cientista fez a experiência sobre a queda dos graves, o desvio da vertical neste monumento resulta do facto de na época não ser regra efetuarem-se estudos geotécnicos para se compreender a reação das rochas quando sujeitas à carga vertical resultante da implantação de um edifício sobre elas, é que nem todas se comportam de igual modo e curiosamente, apesar da pequena área da torre desta basílica, sobre existem sobretudo dois tipos de espessuras de camadas de rocha e graus de saturação de água e a altura implicou  desta estrutura implicou uma peso significativo tendo as duas espessuras e quantidade de água reagido de forma diferente, uma compactando-se mais do que a outra e assim o chão que servia de suporte desta desceu de modo mais acentuado levando à inclinação da torre. Hoje não há grande construtora que não tenha antes do início do arranque de um projeto, quer seja edifícios com uma dimensão significativa como arranha-céus ou um mero pavilhão de exposições, barragens e até estradas que não faça sondagens mais ou menos complexas para conhecer as rochas subjacentes e o seu comportamento geotécnico ou reológico tendo em conta o peso a que ser sujeita e os efeitos que tal pode ter na construção de modo a se corrigir eventuais problemas atempadamente.
Tudo isto faltou em Pisa, a cedência continua e foi preciso uma intervenção geotécnica e de engenharia civil para evitar o colapso da torre cuja inclinação prosseguia de modo contínuo, mas agora chegou o momento de ir explorar a cidade e a sua atração turística.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Férias Toscânia: Siena, em busca da cidade medieval italiana

Siena e os seus princípais símbolos- imagem daqui

Siena é outra cidade património mundial por o seu centro preservar a arquitetura e o planeamento de uma grande cidade medieval. Infelizmente tal resultou do facto desta então importante terra ter sido muito afetada pela peste negra o que fez perder a sua grande dinâmica política e económica na Toscânia, ao contrário de Florença, estagnando assim no tempo o que permitiu preservar todo o seu centro histórico tornando-o num autêntico museu vivo.
Agora falta-me explorar este património, a sua praça e o seu belíssimo duomo. 

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Férias Toscânia - Florença: o berço do Renascimento

Florença: imagem daqui

Florença foi uma das cidades que mais cedo desejei visitar, contudo, talvez tenha levado mais de uma década entre a decisão e a programação da visita, mas depois de ter passado rapidamente por Veneza, reconheci que não poderia passar mais tempo para comparar aquelas que artisticamente e arquitetonicamente devem ser as duas cidades mais marcantes da Itália.
Espero neste berço do renascimento e património mundial, não só conhecer a arquitetura como arte, como os grandes Giotto, Boticelli, da Vinci, Michelangelo Buonarroti e Caravaggio e outros artistas que viram projetada a sua luz genial através da família Medici na terra do grande Dante cuja obra-prima, "A divina comédia" já li e também de Maquiavel.
Sendo esta a capital da Toscânia, à qual cheguei de comboio para conhecer a paisagem entre a Lombardia e esta cidade, e estando numa das províncias mais cosmopolitas deste país, penso ainda visitar, pelo menos duas das cidades com património conhecido mundialmente e ainda na minha rota operática ter mais um grande momento musical, agora com um obra suis generis e como vai sendo curiosamente hábito, na Itália não ouço óperas italianas.
Espero assim ao longo desta semana colher impressões suficientes sobre a vida atual, a gastronomia e o estado da arte da cidade de Florença e da província da Toscânia.


sábado, 5 de julho de 2014

Férias - Holanda: A explorar as cidades de Haia e Delft

Depois de Amesterdão, mas agora sem sair da minha base em Roterdão, prossigo com as explorações pela Holanda, desta vez através de visitas a cidades próximas: Haia e Delft

 Haia - fonte wikipedia


Haia, a sede do real governo dos Países Baixos, que sei ter importantes museus e onde a água continua a ser uma presença marcante.


Delft - fonte wikipedia

Delft terra do pintor Vermeer, agora já deverá ser bem diferente do tempo do seu famoso quadro do Porto de Delft, mas que sei ser um importante centro universitário e me dizem continuar a ser uma cidade fascinante, aspeto que agora estou decidido a confirmar.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Férias - Holanda: Roterdão

Roterdão casas cúbicas - imagem Wikipedia

Depois de descobrir Amesterdão, da qual oportunamente espero apresentar aqui as minhas impressões, chegou o momento de conhecer mais cidades holandesas, para já outra igualmente ligada à água, mas sobretudo do ponto de vista económico: Roterdão, sede de um dos portos mais movimentados da Europa e do mundo e terra natal de Erasmo e do seu elogio da loucura para através das letras criticar a sociedade para a transformar e gerar um mundo melhor.
Roterdão, uma cidade praticamente destruída pelos bombardeamentos da Segunda Grande Guerra, que para além dos seus museus e do seu porto, alvo de visitas guiadas, tem na sua arquitetura contemporânea arrojada do pós-guerra um dos focos de maior interesse, sem dúvida que o contraste com Amesterdão deverá ser grande, mas essas diferenças fazem parte dos aliciantes para tentar compreender a Holanda, um dos países economicamente mais ricos do planeta.

domingo, 29 de junho de 2014

Férias - Holanda: Amesterdão

Imagem wikipedia

Em 2014 volto a uma cidade de canais, isto cerca de um ano depois de visitar Veneza que me fascinou no ano passado, desta vez viajo pelo norte da Europa: Amesterdão na Holanda, a terra que Rembrandt escolheu viver e onde fez grande parte das suas pinturas, a sede do Concertgebouw para dignificar a interpretação da música e onde muitos judeus portugueses se refugiaram dos "pogromes" lusitanos e daí ter nascido Espinosa, isto devido à tolerância cultural e religiosa dos seus habitantes.

Por agora é demasiado cedo para me pronunciar sobre a cidade, primeiro há que explorar os cheiros, as cores, a comida, a arquitetura, os museus, a música e as vivências, mais tarde por aqui penso expor as minhas impressões sobre Amesterdão e ainda circular por outras terras do reino da Holanda: um Estado que ao contrário de Portugal, ao perder o seu império de ultramar e ao ter uma escassa área de terra para os seus habitantes, soube encontrar soluções para manter um elevado nível económico e de bem-estar socioeconómico aos seu povo e até conquistar terras ao mar para alargar o seu território.

domingo, 25 de novembro de 2012

AMMAIA - Cidade romana no Alentejo e a importância do guia

Ainda no rescaldo das minhas férias e das maravilhas do Alentejo raiano,  na sequência do artigo referente à arqueologia,  importa informar que aquando de uma visita a Marvão se deve para o mesmo concelho programar uma visita às ruínas da antiga cidade romana Ammaia, situada na freguesia de São Salvador da Aramenha.
Uma cidade cujos alicerces e parte das sua estrutura está presentemente a ser escavada e desenterrada ao longo de vários hectares e acessível à visita através de um museu introdutório e com muitas peças arqueológicas.
No museu, além das lamparinas e do moinho na foto, várias estátuas, moedas, joias, e cenários reconstituídos, existem textos explicativos sobre a importância, dimensão, estrutura e organização de Ammaia no contexto da sua época.
O museu permite ainda compreender e aumentar o interesse do que se observa no exterior que vai desde os restos de arruamentos, portas de entrada na cidade, termas e templos, até estruturas de armazenamento de cereais, vinhos etc.
A terminar, saliento que no museu encontrei um dos melhores guias/rececionistas do País, que calmamente e com um saber e interesse enorme sobre o assunto e com uma técnica de comunicação cativante, explicou com um pormenor técnico digno de louvor os conhecimentos em torno do que seria a Ammaia, as incertezas  e as confirmações já obtidas, tornando esta visita inesquecível e apetecível a novas deslocações para observar os que se perspetiva com os trabalhos de prospeção em curso.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Maravilhas alentejanas 2: povoações fortificadas da raia

A zona raiana portuguesa foi durante séculos palco de combates fronteiriços, o que levou à construção de castelos e de povoamento preferencial associal a estas instalações castrenses. A fronteira do alentejo, talvez por ser de baixa densidade populacional e distante dos grandes centros de decisão nacional, pode-se dizer que estagnou em parte no tempo o que permitiu a conservação patrimonial de magníficas povoações muralhadas, das quais destaco as duas que visitei nestas férias:
 Monsaraz
  
 Localizada no Baixo Alentejo, distrito de Évora já foi sede de concelho e está implantada no cimo de um relevo fronteiriço nas margens da nova lagoa do barragem do Alqueva, desenvolve-se toda ela no interior de muralhas com moradias brancas, ruas estreitas, ruas calcetadas de xisto que lhe conferem uma beleza rústica e ternurenta difícil de igualar. Uma das aldeias mais belas de Portugal.
e
Marvão
Localizada no Alto Alentejo, distrito de Portalegre é ainda sede de concelho e está implantada no cimo de um escarpado fronteiriço, desenvolvendo-se toda ela no interior de muralhas com moradias brancas, molduras normalmente acastanhadas, ruas estreitas, ruas calcetadas com quartzito e xisto com um grande equilíbrio de cores. Sem dúvida uma das vilas mais belas de Portugal que é alvo de uma candidatura a património da humanidade da UNESCO.

Duas povoações que só por si justificam uma viagem ao Alentejo profundo da fronteira.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Maravilhas alentejanas: arqueologia

Se Évora é uma pérola patrimonial com uma grande riqueza histórica e cultural que se estendeu à pintura e à música; o Alentejo rural assemelha-se como um jardim onde, no lugar de flores, se encontram tesouros dos mais variados géneros. O domínio da arqueologia é sem dúvida um dos campos mais ricos desta provincia:

O cromeleque de Almendres nos arredores de Évora é sem dúvida uma das maiores surpresas destas estruturas provavelmente religiosas do período pré-histórico nos arredores de Évora, mas em torno desta cidade não faltam outros cromeleques, menires contemporâneos desta maravilha, sinais da importante ocupação humana nos mílénios IV a VI antes de Cristo.

Já no período Romano, mais afastado de Évora, mas também no Baixo Alentejo, a vila romana de São Cucufate são sem dúvida outra bela surpresa da importância desta região no império romano no contexto ibérico.

Como frequentemente acontece, aos maiores imóveis romanos, segue-se o aproveitamento cristão e em S Cucufate o fenómeno acontece com antigos frescos com um grau de conservação assombroso.


Castelos, igrejas, palácios e povoados antigos surgem com uma elevada frequência na paisagem e assinalam a história de Portugal que já se aproxima de um milénio, motivo para os numerosos imóveis dispersos, sobretudo nos pontos mais elevados da planície alentejana... mas o tema destes últimos ficará para um artigo futuro.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

A conhecer Portugal: Évora

 Évora, uma cidade Portuguesa, património mundial e já importante no império romano que eu nunca visitara, mas que me está a surpreender pela positiva
Bela, não só pelos monumentos, mas também pela harmonia dos imóveis mais simples, dentro das muralhas continua calma apesar da sua riqueza, bem conservada e boa gastronomia.

 Alegre devido à juventude universitária que deambula entre imóveis milenares.
Sem esquecer os seus museus com o espólio deixado Frei Manuel do Cenáculo e as obras de Vieira Lusitano, uma magnífica surpresa da riqueza artística de Évora... uma cidade a visitar sem dúvida.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Férias cá dentro

Parque das Nações em Lisboa

Como hábito outono para mim é a estação das férias e de potenciais viagens a conhecer o mundo ou os meus dois Países: Canada e Portugal.
Este ano faço férias cá no Estado onde vivo, por agora de visita à capital, depois deverá haver alguma viagem cá dentro, até porque Portugal tem terras igualmente muito bonitas.

domingo, 18 de dezembro de 2011

As bibliotecas públicas da minha cidade natal

Um dos locais em Cambridge, Ontario, onde passo os meus tempos sem actividades programada nas férias é nas três galerias e bibliotecas públicas da cidade, sobretudo na de Galt, perto da zona onde nasci e a mais próxima da casa onde habitualmente fico.
São três e todas com arquitectura própria para o fim a que se destinam e os seus funcionários são excelentes a acolher um visitante para leitura de livros ou da internet
Biblioteca em Preston

Biblioteca em Hespeler, a ampliação revestiu a antiga de vidro com efeito de espelho.

Só de olhar o edifício sentimo-nos convidados a entrar.

A biblioteca em Galt, o mais antigo e o maior dos 3 edifícios de raíz

Um imóvel onde já passei muitas horas de consultas e fiz atualizações para vários artigos no Geocrusoe

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

London e Windsor, Ontario: fotos

Este artigo foi efectuado após a avaria do meu portátil o que impediu a colocação de fotos das cidades visitadas, seguem hoje as primeiras imagens para cumprir a palavra dada, precisamente sobre as cidades de London e Windsor no sul de Ontario que só visitei pela primeira vez este ano.

WINDSOR

Windsor como cidade fronteiriça utilizou durante anos restrições de leis americanas para tirar dividendos económicos, as fábricas de whisky canadiano concentram-se sobretudo na zona ribeirinha com extensos espaços verdes desta cidade que se debruça sobre o rio Detroit que divide o Canada dos EUA, uma indústria que proliferou com a lei seca do pais imediatamente a sul da terra do ácer e do castor. 

A ponte Ambassador tem sido uma das principais portas entre o Estados Unidos e uma das zonas mais industrializadas do Canada, o sul de Ontario, além desta infraestrutura, também existem ligações por um túnel a unir estas cidades gémeas no terreno, mas separadas por uma fronteira internacional.
Normalíssimo, ali tão perto encontra-se a cidade de Detroit que durante o século XX foi o centro da indústria automóvel americana e hoje é uma das cidades que mais sofre com a concorrência global neste sector com consequências negativas também para Windsor.
Muitas vezes o conservadorismo americano é gémeo do canadiano, contudo este país tem sabido aproveitar este aspecto a seu favor economicamente e os casinos e respectivos hoteis são outra das marcas de Windsor para escape dos residentes no país mais "sulista".

LONDON

 London é uma cidade universitária do interior do sul do Ontario e vários geólogos na área de jazigos minerais em Portugal tiveram carreira académica nesta cidade. Na arquitectura predominam edifícios cor de tijolo com um certo estilo britânico.
 A imponência dos seus imóveis dá-se mais pelo aspecto consistente do edifícios do que pelo seu desenvolvimento em altura
Nas várias ruas do centro da cidade proliferam livrarias, bibliotecas, obras de arte pública e espaços de expressão artística que mostram a força da universidade e das pessoas de saber nesta London canadiana.
Como todas as médias e grandes cidades de Ontário no coração das urbes encontram-se numerosas igrejas em estilo neogótico, não tanto pela força da religiosidade actual do povo, mas sobretudo uma expressão da diversidade de cultos que caracterizam a imigração e colonização desta zona: Católicos, Anglicanos, Presbiterianos, Luteranos, Metodistas, Evangelistas, Exército de Salvação e por vezes fusões de algumas destas formas religiosas expressas pelas Igrejas Unidas. Na foto a catedral católica, nem sempre as mais imponentes.