domingo, 29 de novembro de 2009

CONVENTO DE MAFRA

Este fim-de-semana terminou com uma visita ao Convento de Mafra, confesso que faz muito bem ao orgulho nacional visitar estes monumentos de Portugal, por norma assumimos que só lá fora existem grandes obras-primas, mas de facto, o que fazemos é não ver as nossas e aproveitar as viagens para ver tudo o que de bom têm os locais visitados.

O conjunto deste monumento, que até inspirou uma obra de literatura por muitos considerada a principal do prémio Nobel de Saramago, é impressionante! Não só pela dimensão, como pela riqueza e diversidade de aspectos a observar.

Palácios reais, convento, hospital, igreja, jardins e a maior biblioteca palaciana de Portugal e das maiores da Europa, permitem conhecer o que seria um estilo de vida no século XVIII neste país.

Para um país considerado ileterado, ver esta biblioteca, só vi uma maior em Viena, dá uma ideia da importância que a cultura teria na época em que Portugal era sem dúvida um dos centros mais importantes da Europa... entre as obras expostas, vêem-se não só o modo como se fazia ciência na altura (pouco distante da religião), como se observam livros com referência a Marcos Portugal, sem dúvida um dos nossos maiores músicos, embora poucos lhe conheçam a sua música.

A policromia da igreja, apenas com recurso a rochas ornamentais, onde predominam os calcários, margas e mármores, dão uma imagem da riqueza do monumento e da geodiversidade. Embora não se observem pormenores muitos exuberantes, o interior do templo é de um equilíbrio difícil de igualar.

Só vendo ao vivo esta cúpula, é possível compreender porque está entre as mais belas e elegantes que já vi até hoje em três continentes.
Por último, um elogio aos guardas/empregados do monumento, muito simpáticos e disponíveis em nos fornecer informações sobre a história do imóvel, os seus ocupantes, tradições da época e mesmo sobre pormenores da história de Portugal. Obrigado!

LISBOA DO CHIADO

Ontem encontrei-me na rua com Pessoa, precisamente quando eu ia a caminho das livrarias da rua Garret e do Carmo, ele lá continuou sentadinho, parece gostar mais de escrever calmamente na mesa de café do que andar na azáfama de compras, sobretudo num fim-de-semana em época de Natal.
Eu por mim já comecei a encher o saco de livros, cd e dvd...

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

LISBOA... de passagem

Não consigo deixar de amar Lisboa, a antiga claro, aquela que cheira a história, a pessoas e onde a traça urbanística lembra Portugal.

A Lisboa antiga costuma receber-me sempre de braços abertos e com uma singeleza na sua traça que só evidencia quanto é bela.

É bom passar por Lisboa, ver a baixa, os bairros, os museus, a gulbenkian... sempre sem pressas, apenas gozar aquilo que a cidade dá a quem tem tempo para a ela se dedicar... coisa de visitante!

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

SONETO "O BALEEIRO", versão completa

Na sequência do post com o poema ao baleeiro apresentado aqui, um visitante regular de Geocrusoe não só me informou quem era o poeta, o Pe. José Carlos Simplício, como ainda me enviou um fac simile da capa e da página com o poema completo.
(clique nas imagens para as ampliar)

Não só a beleza do poema se mantém, como se confirma que o seu autor tinha então apenas 15 anos.
Idade semelhante de outro poeta de hoje que publica a sua arte neste blogue e que aproveito este post igualmente para o divulgar neste espaço.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

150 ANOS DA ORIGEM DAS ESPÉCIES: DARWIN NOS AÇORES

Neste ano em que se celebrou os 200 anos do nascimento de Charles Darwin, comemora-se hoje os 150 anos do lançamento da primeira edição do livro "Sobre a Origem das Espécies por Meio da Selecção Natural ou a Preservação de Raças Favorecidas na Luta pela Vida" mais tarde simplificado apenas para "A origem das Espécies" onde se expõe a teoria da evolução dos seres vivos.
Este livro talvez provocou o maior impacte das ciências da natureza sobre o pensamento da humanidade e ainda hoje é alvo de polémica tão grande ao pôr uma explicação científica para a origem e evolução do Homem fora do domínio das religiões.

O debate ainda não terminou e existem teorias que procuram manter viva a chama do criacionismo como a do "Desenho Inteligente" que subvertem o princípio fundamental da ciência, de explicar o mundo sem a intervenção do sobrenatural.

Aproveitando que na viagem de circum-navegação do Beagle onde Charles Darwin viajava como naturalista, que serviu mais tarde de base à teoria da Evolução das Espécies, os Açores foram uma das terras visitas. Hoje é lançado em simultâneo no Faial e no Pico o livro "DARWIN NOS AÇORES - Diário pessoal com comentários" integrado nas comemorações dos 150 anos do lançamento de tão importante obra científica.

Como curiosidade e à semelhança se dizer incorrectamente que Darwin se baseou nos Tentilhões das Galápagos para fundar a sua teoria, também o cientista quando passou pelas ilhas não viu que neste Arquipélago a especialização também se fazia sentir, sendo mais evidente em caracóis nomeadamente em São Miguel, tema que já deu origem este ano a exposições e debates sob o lema "O Erro de Darwin" as ciências são mesmo assim... erram até encontrar uma resposta natural para os factos observados e Charles Darwin, como grande naturalista (geologia + biologia), trilhou este caminho.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

FINALMENTE FÉRIAS!

Talvez porque era pequeno, em criança contentava-me com as reduzidas dimensões das ilhas à minha volta e a ansiedade das férias grandes limitava-se à oportunidade de ir passar uns dias junto ao mar em Santa Bárbara das Manadas em São Jorge.

Então deliciava-me com a doçaria caseira ofertadas pelas mulheres da freguesia, com o marulhar das ondas ao acordar, com a biblioteca diversificada de meu tio, com a pasmaceira das manhãs sem obrigações e com as brincadeiras à tarde junto das crianças vizinhas da mesma idade.

Aqui infantilmente brincava com o vai-vem das ondas que pareciam divertir-se com a miudagem que se banhava nas poças costeiras, aqui aprendi a nadar, aqui apanhei sustos e aqui fui imensamente feliz. Estas eram as férias de sonho da minha infância!

Hoje anseio por férias que me parecem sempre pequenas, as ilhas já não me bastam, procuro atracar portos distantes em diferentes cidades grandes com museus enormes, livrarias extensas, discotecas cheias de músicas de todas as épocas e terras, num frenesim ver o máximo num tempo mínimo e sempre acompanhado por um livro que nesta azáfama deve ser de fácil leitura, por vezes de qualidade duvidosa.
Mas continuam na memória as férias de então nas Manadas!...

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

POEMA AO BALEEIRO


« Quem é que vejo tão destemido,
num batel, a sulcar a maresia,
temerário a lutar com ousadia
sem se amedrontar com nenhum perigo?!

É o valoroso herói deste oceano,
um valente e arrojado açoriano,
finalmente, o audacioso beleeiro!»


José Carlos, Murmúrios dos meus quinze anos
in "Baleia à Vista" Edição de 1997 do Clube de Filatelia « O Ilhéu»

Não conheço o autor do poema, mas o elogio ao baleeiro que marca a cultura e a sociedade das ilhas do Faial e Pico merece esta divulgação.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

FLORA AÇORIANA 3 - Erica azorica

A Erica azorica é talvez a espécie de planta endémica dos Açores mais conhecida de todos açorianos, pois ocorre nas 9 ilhas do arquipélago, desde a costa até quase ao topo da montanha do Pico. Apesar disso, está legalmente protegida e é proibido o seu corte e destruição sem licença pelas entidades competentes na área da Conservação da Natureza.
Mato de urze com um porte arbustivo numa zona costeira

Os açorianos dão-lhe vários nomes, o mais abrangente é urze, mas também pode ser conhecida por: vassoura, rama, rameira, mato ou barba-do-mato e claro já há quem lhe chame simplesmente érica.
Pode ter um porte de arbusto ou atingir a altura de uma árvore com 6 m, cor verde clara, mas na primavera apresenta zonas acastanhadas pelas suas pequenas flores agrupadas nos extremos dos ramos.
No passado era muito utilizada como lenha/ combustível, devido à facilidade com que arde e ao seu elevado potencial calorífico, também foi usada para fazer vassouras caseiras, em virtude da densidade dos seus ramos, flexíveis e com grande quantidade de pequenas folhas muito estreitas quase semelhantes a pequenos pêlos.
As zonas acastanhadas à direita tem uma elevada densidade de flores

Um dos aspectos ambientais importantes desta espécie está no facto de ser das primeiras plantas a nascer naturalmente nas zonas recém-desflorestadas, o que a torna pioneira na revegetação dos espaços a recuperar ecologicamente e a poder competir com plantas exóticas invasoras (importadas pelo homem, que não existiam nos Açores mas que se expandem demasiado rápido: caso da cana e do incenso).
Devido a ser pioneira gera também alguma antipatia em vários trabalhadores da terra que vêm a érica protegida por lei nascer nos seus espaços agrícolas.

Podem ver mais fotos desta planta aqui.

domingo, 15 de novembro de 2009

HORTA CIDADE MAR...

A Horta orgulha-se de ser conhecida como cidade-mar...
Por isso não admira a originalidade desta espécie de parque de estacionamento em terra, onde os veículos são barcos de diversa cilindragem e modelos!

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

FREGUESIAS RURAIS DO FAIAL 6: Praia do Norte


Ao nível de área não é das mais pequenas freguesias do Faial, mas é a menos populosa da ilha, cerca de 250 pessoas em 14 km2, e é sem dúvida uma das mais martirizadas por sismos e vulcões ao longo da sua história. Esta é a primeira comunidade faialense que na sequência de uma catástrofe natural, o vulcão da Praia do Norte, mudou o seu local de implantação original, situando-se desde 1672 mais para oriente da zona onde nasceu, à semelhança do que aconteceu em parte na Ribeirinha no início do século XXI.
Povoação da Praia do Norte e o Cabeço do Fogo formado na erupção de 1672

A povoação encontra-se hoje numa encosta de declive suave virada a norte, em grande parte ocupada por mantos de lava com escassas centenas de anos e desprovidos de solo agrícola. A localidade fica sobranceira a uma grande e aberta baía onde se encontra uma fajã com casas de veraneio e pequenas adegas para a produção vinho caseiro. Junto ao mar desenvolve-se uma praia de areia sujeita a ondulação intensa e que dá o nome à freguesia.
A povoação da Praia do Norte e os extensos mantos de lava arborizados

A Praia do Norte pode ser considerada como uma das mais antigas freguesias da ilha, havendo referências à sua igreja já em meados do século XVI. Época em que os férteis solos a tornavam uma zona de grande riqueza e produção agrícola. Infelizmente, em 1672 a povoação foi em grande parte coberta por lavas vindas de sul, a catástrofe conduz à destruição do seu solo e à perda do seu estatuto de freguesia, sendo então inserida na do Capelo.
A povoação da Fajã com casas de veraneio e adegas

Apesar de ter ficado desprovida de grande parte do solo agrícola pela erupção, esta conquistou uma área ao mar na costa norte da freguesia, onde o delta lávico então formado aumentou a superfície da sua fajã.
A população passou depois a aproveitar os campos de lava para a cultura de vinha e figueiras e assim compensar o impacte da catástrofe natural, permitindo a sobrevivência da povoação que a reconquista o estatuto de freguesia em 1839.
O areal da Praia do Norte na base da elevada arriba que forma da costa oriental desta baía

A freguesia na noite de 12 para 13 de Maio de 1958, em plena erupção dos Capelinhos, foi de novo destruída por uma crise sísmica, tendo então sido reconstruída com pequenas casas de arquitectura menos tradicional e a sua igreja foi implantada pela segunda vez mais para oriente.
Apesar destes problemas a Praia do Norte continua a ser uma das freguesias mais belas do Faial, com extensos mantos verdes, ar puro e tradições muito castiças ao nível da gastronomia e costumes rurais tradicionais capazes de cativar intensamente o visitante.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

O ARPOADOR

Monumento aos baleeiros defronte do museu da indústria baleeira em São Roque do Pico.

Este núcleo museológico é uma fábrica que parecer ter parado no dia de desamancha da entrada do último cachalote e continua pronta a laborar, enquanto aguarda a entrada do próximo animal a capturar pelos baleeiros homenageados à sua entrada.

domingo, 8 de novembro de 2009

FAIAL FILMES FEST 2009 - Sessão de Encerramento

Uma semana de cinema e música chega ao fim. Logo à noite é sessão de encerramento com a entrega dos troféus, a célebre vaquinha que todos os dias nos acompanhou no Faial Filmes Fest. A festa do cinema termina com o concerto dos Legendary Tiger Man.
A lista dos vencedores dos vários prémios nas diferentes categorias já está publicada, consulte-a aqui
Parabéns aos vencedores, foi um prazer conhecer muitos dos seus autores e respectivos trabalhos.


Três dias de exibição de trabalhos, muito deles realizados por amadores, estiveram sujeitos à apreciação do público e de um juri e, por norma, dão resultados diferentes, são os critérios de uns e outros que não são iguais, mas ambos válidos. Hoje saber-se-ão os resultados da apreciação de todos.
No fim, alguns sentir-se-ão surpreendidos agradavelmente, outros desiludidos, são as regras de qualquer festival de cinema. Mas é assim a arte, sem unanimidade no sucesso e nos gostos, foi assim uma semana intensa de cultura.



Após a entrega dos prémios, decorrerá o concerto pelos Legendary Tiger Man que podem ver no vídeo acima. Para ano esperamos que haja mais festa do cinema com muita música no Faial Filmes Fest.
Por hoje aproveite e venha...

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

FAIAL FILMES FEST 2009 - Três sessões de curtas

Imagem retirada durante a exibição das obras em concurso

Depois do início ontem, Quinta-feira, prossegue hoje, Sexta-feira e prolonga-se até amanhã, Sábado, as três sessões destinadas à exibição das curtas metragens concorrentes, o núcleo do festival e a sua razão de ser.
Três noites onde 45 obras são apresentadas ao público para se pronunciar e a um júri que tecnicamente analisará os trabalhos e dará a sua classficação.
Três noites sobre cinema únicas no Faial.
Aproveite...

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

FAIAL FILMES FEST 2009, Oficinas: 3.º dia

Podem existir opiniões diferentes, mas o meu destaque para este terceiro dia do FFF vai direitinho para a projecção do filme "Sem Palavras" acompanhado de música ao vivo, elaborada propositamente para esta sessão.

A obra "Sem Palavras" resultou de uma das actividades paralelas do FFF, neste caso uma oficina sobre realização de cinema e música para filme, destinada aos interessados nestas duas artes, sob a orientação de Fausto André (cinema) e Nuno Costa (música). Para saber mais consulte esta página do FFF.

Nuno Costa, além de formador em música para cinema, é guitarrista, possuindo mesmo um album de Jazz que poderá conhecer com maior pormenor aqui. com o seu próprio nome e apresentado no Hot Club de Portugal no passado mês de Setembro e disponível no FFF.

A noite prosseguiu num bar da cidade com uma homenagem a João Aguardela, falecido no início do presente ano, o qual teve estreitas relações com o Cineclube da Horta.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

FAIAL FILMES FEST 2009 - 2.º dia

Mário Barroso não veio, veio apenas a sua obra: "Um amor de perdição", a estória de Camilo Castelo Branco contada de uma forma diferente, num filme feito num estilo contemporâneo e com exploração de vários problemas da sociedade actual, onde o modo de tratar as personagens, de apresentar a fotografia e as sequências cinematográficas pretendem marcar uma mudança na arte cinematográfica em Portugal.



A banda sonora de Bernardo Sassetti, embora nem sempre soe a original, marca esta obra de modo tão intenso quanto a forma como o filme foi realizado por Mário Barroso. Vale a pena ver o fime, sobretudo para se ver que o cinema contemporâneo em Portugal está bem vivo, mexe-se e experimenta novos e interessantes caminhos

terça-feira, 3 de novembro de 2009

FAIAL FILMES FEST 2009 - 1.º dia

Finalmente arrancou o Festival de Curtas Metragens das ilhas, no primeiro momento com um documentário em homenagem a Dias de Melo, o escritor que esteve intensamente presente na edição do ano passado deste evento pouco depois da ocorrência da sua morte e onde foi lançado um repto para a realização de filmes sobre ele. "Quatro paredes e o mundo" é um filme sobre importância da sua casa e o peso da sua figura na Calheta de Nesquim nos últimos dias da sua vida, realizado por Marc Weymuller.
Pouco depois a primeira surpresa da noite, um documentário retrospectiva sobre a edição do FFF de 2008, realizado por Fausto André, com entrevistas a vários dos intervenientes daquela edição, um filme que mostrou a competência técnica do seu autor nesta forma de expressão audio-visual.
A noite prosseguiu com a exibição de "Os verdes anos" de Paulo Rocha, com a presença deste realizador e uma intervenção sobre as dificuldades e desafios para a concretização deste clássico do cinema português de 1963.

Após este momento forte, fruto da força da obra agora recuperada e exibida em 35 mm e sem os cortes da censura da época, foi efectuada a justa homenagem a este importante realizador com a entrega do prémio do Faial Filmes Fest pela importância da sua obra no cinema português.
Os presentes, em número bastante significativo, não deixaram de aplaudir de pé este Homem que merece o respeito de todos nós.
Como todas as noites, o FFF também é música e esta prosseguiu no estilo regional num dos bares da cidade.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

FAIAL FILMES FEST 2009 - V edição


A partir de hoje, até ao próximo dia 8 de Novembro, Domingo, decorre o V FAIAL FILMES FEST (FFF), o festival de curtas metragens das ilhas, uma organização do Cineclube da Horta, este ano extensivo a todas os arquipélagos do Atlântico Nordeste, que formam a província biogeográfica e mesmo cultural da Macaronésia.

Cartaz do FFF

O FFF, além dum concurso de curtas metragens e como se pode ver do Programa , é um meio de fomentar localmente nos mais novos o interesse e a formação para a realização de peças nesta forma de expressão artística de imagens em movimento. Por isso mesmo, o festival vai à escola secundária, entra pela biblioteca e arquivo regional e abre-se à cidade.


Vídeo de apresentação do FFF

O FFF é uma semana para se discutir cinema, conviver com artistas e realizadores e de homenagear cidadãos que deram importantes contributos para a sétima arte em Portugal, este ano a personalidade seleccionada é Paulo Rocha, realizador do filme "Verdes Anos" o qual estará presente na sessão de apresentação desta importante obra do cinema português.

Spot publicitário do FFF
O FFF é também um período de intercâmbio de várias expressões artísticas, por isso, em paralelo decorrem concertos no local do festival, o Teatro Faialense, e em vários bares e restaurantes da cidade.
Assim, se vive na Horta ou irá passar por esta cidade ao longo desta semana, aproveite e venha ao Faial Filmes Fest.

Ao longo da semana e dentro das possibilidades de uma pessoa envolvida e apaixonada pelo FFF, Geocrusoe irá acompanhar o festival de curtas metragens da ilhas...