Não há recanto nos Açores que no Domingo de Pentecostes não celebre a Festa em louvor ao Divino Espírito Santo e nas duas localidades da Ribeirinha a força desta tradição religiosa, de iniciativa popular, continua viva.
A coroa da Irmandade do Império Central da Ribeirinha (obra em prata do sec. XIX) esteve exposta no altar durante o almoço.A refeição é oferecida pelo(s) organizador(es) das festas, um ou vários irmãos que assume(m) essa função ou promessa de modo rotativo ao longo dos anos, designado(s) por mordomo (s) ou imperador(es).
Aos Foliões compete entoar canções em louvor ao Espírito Santo nos cortejos entre a casa do mordomo, a igreja e o local das refeições. No início e fim do almoço entoam também outras canções de acção de graças pela comida e de agradecimento ao imperador que organiza as festividades nesse dia, é uma das expressões de cultura tradicional mais originais destas festas.
As filarmónicas são responsáveis por outra expressão musical intensamente associada aos festejos do Espírito Santo, nestes arraiais fazem-se leilões (arrematações) de oferendas dos irmãos a favor da sede da irmandade, os Impérios como se chamam no Faial.
Este ano, devido à acústica do espaço, o programa apresentado e, sobretudo, pela boa interpretação, a filarmónica cativou os presentes que foi presenteada com numerosos aplausos e justificando o carinho que esta entidade cultural merece.
Este ano, devido à acústica do espaço, o programa apresentado e, sobretudo, pela boa interpretação, a filarmónica cativou os presentes que foi presenteada com numerosos aplausos e justificando o carinho que esta entidade cultural merece.
















